sábado, 23 de janeiro de 2010

Prenúncio de Esperança

Eu sempre contei estrelas e aponto pra elas com um certo ar de cumplicidade. Nunca tive medo de nascer verruga na ponta do dedo, porque acredito na ternura que toda estrela carrega ao iluminar o céu daquele jeito festeiro de quem quer contar uma novidade.

PEDRO ANTÔNIO DE OLIVEIRA